Projetos
- 2024 - 2026
- Triênio
- Em atualização
- Valor Inicial do Projeto
- 27
- Estados Atendidos
Descrição do Projeto
Analisar a situação de saúde de populações em condições de vulnerabilidade, com enfoque sobre a população negra, levando em consideração as iniquidades em saúde e sua relação com os aspectos socioambientais e climáticos nos seis biomas do país, destacando as dimensões da saúde ambiental, saúde humana (física, mental e do trabalhador) e avaliações geográficas e socioeconômicas, fornecendo ao SUS instrumental (camada de dados e ferramentas analíticas) para apoiar a tomada de decisão do sistema de saúde em tempo oportuno e melhorar a saúde das populações potencialmente afetadas.
Objetivos
1. Identificar territórios de vulnerabilidade sanitária e ambiental frente às mudanças climáticas no cenário nacional incluindo locais de maior população negra
● Cálculo da carga de internações devidas aos extremos climáticos na população negra brasileira habitante de regiões metropolitanas segundo bioma e zona climática;
● Identificação de comunidades urbanas (favelas e comunidades urbanas) e rurais (quilombolas) com população negra em áreas de alto risco para 5 doenças Relacionadas à Saúde da População Negra (doença falciforme, tuberculose, malária, leishmaniose tegumentar, diabetes);
● Identificação de comunidades urbanas (favelas e comunidades urbanas) e rurais (quilombolas) com população negra em áreas de alto risco para mortalidade infantil e materna;
● Identificação de comunidades urbanas (favelas e comunidades urbanas) e rurais (quilombolas) com população negra em áreas de maior risco de desastres naturais e danos decorrentes dos eventos extremos (secas, inundações e deslizamentos de terra);
● Identificação de áreas em que a população negra urbana (favelas e comunidades urbanas) e rural (quilombolas) se encontra significativamente mais vulnerável a internações por condições sensíveis à atenção primária (ICSAP);
● Identificação de territórios com população negra urbana e rural em áreas de alto risco para doenças e/ou agravos relacionadas às mudanças climáticas.
2. Analisar a situação de saúde da população vulnerabilizada frente às questões ambientais e mudanças climáticas nos territórios, incluindo a população negra
● Identificação de microrganismos presentes em águas de consumo (doméstico) e de uso (trabalho, lazer, culto religioso) que podem estar associados ao adoecimento da população nos territórios analisados;
● Avaliação dos níveis de metais em amostras de matriz humana (unha) e ambiental (água e/ou solo) para identificação de populações expostas a esses agentes químicos em territórios atingidos por atividades contaminantes;
● Identificação de doenças socialmente determinadas, relacionadas ao saneamento ambiental inadequado, doenças tropicais negligenciadas, doenças associadas a vetores e associadas e/ou sensíveis às mudanças climáticas nos territórios analisados.
3. Analisar a situação de saúde mental da população vulnerabilizada frente às questões ambientais e mudanças climáticas nos territórios e incluindo seu impacto na população negra
● Mapeamento da situação da saúde mental da população negra brasileira (qualidade de vida, ecoansiedade, trauma, entre outros), por meio de amostragem representativa nos seis biomas do território nacional;
● Formação de profissionais de saúde para o desenvolvimento de habilidades em Assistência Psicossocial em Catástrofes nos territórios de maior população vulnerabilizada;
● Avaliação da interface saúde mental, meio ambiente/mudanças climáticas e saúde do trabalhador.
4. Implementar infraestrutura de dados multidimensionais de saúde da população para clima e biomas brasileiros, e com recorte especial para a população negra
● Implementação de uma infraestrutura de dados multidimensional (espaço e tempo), que integre informações de sensores ambientais, dados de satélite, registros do SUS e dados amostrados ao longo do projeto, visando monitorar a saúde de populações vulnerabilizadas às mudanças climáticas com cobertura representativa dos seis biomas nacionais;
● Desenvolvimento da infraestrutura em cloud computing com criptografia de ponta e controles de acesso granulares, permitindo expansão flexível, escalável e segura;
● Caracterização de exposição a poluentes indoor avaliados por meio de sensores integrados à rede de dados em populações a serem definidas em tempo de execução do projeto;
● Disponibilização dos dados processados e analisados por meio de painéis interativos e com dados apresentados em tempo adequado, empregando tecnologias avançadas de dados para facilitar o monitoramento contínuo da saúde e o bem-estar das comunidadesalvo deste projeto.
5. Ativar tecnologias populares de vigilância de base territorial para a população identificar, monitorar, comunicar e registrar o surgimento ou agravo de risco, dificuldades de acesso e danos à saúde no contexto das mudanças climáticas
● Realização de oficinas para ativação de vigilância popular e participativa em saúde, ambiente e trabalho de maneira a emancipar a população na antecipação, identificação, prevenção, notificação e monitoramento das condições de saúde no contexto das mudanças climáticas;
● Levantamento, contextualização e análise dos resultados dos estudos junto às comunidades com ênfase nos principais danos e riscos que requerem atenção e acompanhamento contínuo, especialmente no que se refere às mudanças climáticas;
● Produção de material para divulgação em mídias diversas, de acordo com a aplicação pretendida, como estratégia de vigilância popular para o enfrentamento às mudanças climáticas (ex.: vulnerabilidades étnico-raciais em saúde, racismo ambiental e climático e vigilância popular em saúde);
● Geração de mapa cartográfico interativo, colaborativo e georreferenciado, em linguagem popular, com informações sobre a situação de saúde identificada no projeto, que acolha as notificações e eventos identificados pela população na prática da vigilância popular, com vinculação dos dados ao aplicativo “Meu SUS Digital”.
● Cálculo da carga de internações devidas aos extremos climáticos na população negra brasileira habitante de regiões metropolitanas segundo bioma e zona climática;
● Identificação de comunidades urbanas (favelas e comunidades urbanas) e rurais (quilombolas) com população negra em áreas de alto risco para 5 doenças Relacionadas à Saúde da População Negra (doença falciforme, tuberculose, malária, leishmaniose tegumentar, diabetes);
● Identificação de comunidades urbanas (favelas e comunidades urbanas) e rurais (quilombolas) com população negra em áreas de alto risco para mortalidade infantil e materna;
● Identificação de comunidades urbanas (favelas e comunidades urbanas) e rurais (quilombolas) com população negra em áreas de maior risco de desastres naturais e danos decorrentes dos eventos extremos (secas, inundações e deslizamentos de terra);
● Identificação de áreas em que a população negra urbana (favelas e comunidades urbanas) e rural (quilombolas) se encontra significativamente mais vulnerável a internações por condições sensíveis à atenção primária (ICSAP);
● Identificação de territórios com população negra urbana e rural em áreas de alto risco para doenças e/ou agravos relacionadas às mudanças climáticas.
2. Analisar a situação de saúde da população vulnerabilizada frente às questões ambientais e mudanças climáticas nos territórios, incluindo a população negra
● Identificação de microrganismos presentes em águas de consumo (doméstico) e de uso (trabalho, lazer, culto religioso) que podem estar associados ao adoecimento da população nos territórios analisados;
● Avaliação dos níveis de metais em amostras de matriz humana (unha) e ambiental (água e/ou solo) para identificação de populações expostas a esses agentes químicos em territórios atingidos por atividades contaminantes;
● Identificação de doenças socialmente determinadas, relacionadas ao saneamento ambiental inadequado, doenças tropicais negligenciadas, doenças associadas a vetores e associadas e/ou sensíveis às mudanças climáticas nos territórios analisados.
3. Analisar a situação de saúde mental da população vulnerabilizada frente às questões ambientais e mudanças climáticas nos territórios e incluindo seu impacto na população negra
● Mapeamento da situação da saúde mental da população negra brasileira (qualidade de vida, ecoansiedade, trauma, entre outros), por meio de amostragem representativa nos seis biomas do território nacional;
● Formação de profissionais de saúde para o desenvolvimento de habilidades em Assistência Psicossocial em Catástrofes nos territórios de maior população vulnerabilizada;
● Avaliação da interface saúde mental, meio ambiente/mudanças climáticas e saúde do trabalhador.
4. Implementar infraestrutura de dados multidimensionais de saúde da população para clima e biomas brasileiros, e com recorte especial para a população negra
● Implementação de uma infraestrutura de dados multidimensional (espaço e tempo), que integre informações de sensores ambientais, dados de satélite, registros do SUS e dados amostrados ao longo do projeto, visando monitorar a saúde de populações vulnerabilizadas às mudanças climáticas com cobertura representativa dos seis biomas nacionais;
● Desenvolvimento da infraestrutura em cloud computing com criptografia de ponta e controles de acesso granulares, permitindo expansão flexível, escalável e segura;
● Caracterização de exposição a poluentes indoor avaliados por meio de sensores integrados à rede de dados em populações a serem definidas em tempo de execução do projeto;
● Disponibilização dos dados processados e analisados por meio de painéis interativos e com dados apresentados em tempo adequado, empregando tecnologias avançadas de dados para facilitar o monitoramento contínuo da saúde e o bem-estar das comunidadesalvo deste projeto.
5. Ativar tecnologias populares de vigilância de base territorial para a população identificar, monitorar, comunicar e registrar o surgimento ou agravo de risco, dificuldades de acesso e danos à saúde no contexto das mudanças climáticas
● Realização de oficinas para ativação de vigilância popular e participativa em saúde, ambiente e trabalho de maneira a emancipar a população na antecipação, identificação, prevenção, notificação e monitoramento das condições de saúde no contexto das mudanças climáticas;
● Levantamento, contextualização e análise dos resultados dos estudos junto às comunidades com ênfase nos principais danos e riscos que requerem atenção e acompanhamento contínuo, especialmente no que se refere às mudanças climáticas;
● Produção de material para divulgação em mídias diversas, de acordo com a aplicação pretendida, como estratégia de vigilância popular para o enfrentamento às mudanças climáticas (ex.: vulnerabilidades étnico-raciais em saúde, racismo ambiental e climático e vigilância popular em saúde);
● Geração de mapa cartográfico interativo, colaborativo e georreferenciado, em linguagem popular, com informações sobre a situação de saúde identificada no projeto, que acolha as notificações e eventos identificados pela população na prática da vigilância popular, com vinculação dos dados ao aplicativo “Meu SUS Digital”.
Resultados Esperados
Capacitação (cursos)

